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Grupo Equatorial realiza segunda Operação Equi-Cobre de 2026 em sete estados

Por DIRETO DA REDACÃO
Foto: REPRODUÇÃO Sobre a Operação Equi-Cobre
Sobre a Operação Equi-Cobre

Iniciativa reforça o combate ao furto, desvio e comércio ilegal de materiais da rede elétrica com apoio das forças de segurança e órgãos fiscalizadores.

O Grupo Equatorial realizou, nesta quarta-feira (19), a segunda edição da Operação Equi-Cobre 2026, uma ação integrada realizada nos sete estados onde a companhia atua na distribuição de energia: Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Goiás, Amapá e Rio Grande do Sul. A iniciativa contou com o apoio das Polícias Militar e Civil, além de órgãos de fiscalização, reforçando o compromisso da empresa com a proteção da infraestrutura elétrica e a continuidade do fornecimento de energia para milhões de clientes.

A ação tem como objetivo combater o furto, o desvio e a comercialização ilegal de materiais pertencentes à rede elétrica, prática criminosa que gera prejuízos à sociedade e pode comprometer a qualidade e a segurança do serviço prestado. Segundo Johnathan Costa, Gerente de segurança empresarial do Grupo Equatorial, o furto de cabos, transformadores e outros equipamentos afeta diretamente o fornecimento de energia, podendo provocar interrupções, danos à infraestrutura e riscos à segurança da população e pode impactar serviços essenciais.
Ao todo, foram fiscalizados 85 alvos, entre sucatas, recicladoras, fundições, ferros-velhos e outros estabelecimentos que trabalham com materiais metálicos, buscando identificar materiais com indícios de origem ilícita. No Piauí, durante a operação, foram apreendidos 2kg de cobre, em 16 locais visitados em três municípios do estado.
“A Operação Equi-Cobre é uma importante ferramenta de prevenção e combate aos crimes contra a infraestrutura elétrica. A atuação integrada com as forças de segurança e órgãos fiscalizadores fortalece as ações de inteligência e fiscalização, contribuindo para coibir o mercado ilegal desses materiais e garantir mais segurança e confiabilidade ao sistema elétrico”, destaca Johnathan Costa.

Sobre a Operação Equi-Cobre
A Operação Equi-Cobre foi criada para proteger os ativos da concessionária, combater práticas ilícitas e reduzir os impactos dos crimes contra a infraestrutura elétrica, que afetam diretamente a população. O nome é a junção de “EQUI”, em referência aos equipamentos que compõem a rede elétrica, e “COBRE”, um dos principais materiais presentes nos cabos e componentes utilizados na distribuição de energia.

De acordo com a Lei nº 15.181, sancionada em 28 de julho de 2025, os crimes de furto, roubo e receptação de fios, cabos e equipamentos utilizados no fornecimento ou transmissão de energia elétrica agora têm punições mais severas.

A pena para furto qualificado de materiais usados em serviços essenciais foi elevada para 2 a 8 anos de reclusão, além de multa. Em casos de roubo que comprometa serviços públicos essenciais, a pena passa a ser de 6 a 12 anos de reclusão e multa.

Foto: REPRODUÇÃOSobre a Operação Equi-Cobre
Sobre a Operação Equi-Cobre

Para o crime de receptação simples, a pena pode chegar a 4 anos de reclusão e multa. No caso de receptação qualificada, a pena é de até 8 anos, mas pode ser dobrada se envolver bens ligados a serviços essenciais, podendo chegar a até 16 anos de reclusão e multa.

Fonte: REPRODUÇÃO