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EUA sancionam brasileiros ligados ao PCC

Governador paulista apoia medidas contra facção

Por Redação
Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, entrega         a restauração completa da Estação Júlio Prestes, no centro da capital paulista - 30/1/2026
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, entrega a restauração completa da Estação Júlio Prestes, no centro da capital paulista - 30/1/2026

Em um evento realizado na região central de São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas expressou apoio às recentes sanções dos Estados Unidos contra indivíduos e empresas associadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele destacou a necessidade de cooperação internacional para enfrentar a facção, que atua em diversos países.

As medidas do Departamento do Tesouro norte-americano incluem o bloqueio de bens de dois brasileiros e três empresas brasileiras, além de uma empresa portuguesa, sob suspeita de lavagem de dinheiro. Entre os alvos das sanções estão Victor Henrique de Oliveira Shimada e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, bem como as empresas Victory Trading Intermediação de Negócios Cobranças e Tecnologia Ltda, Pixwave Soluções de Pagamentos Ltda, Wave Construções Inteligentes Ltda e Avenidas Flutuantes Unipessoal Lda.

Tarcísio classificou o PCC como uma organização com atuação transnacional, presente em pelo menos 11 estados americanos. O governador enfatizou que todo esforço global para combater a facção deve ser apoiado.

As sanções estabelecem o bloqueio de bens sob jurisdição dos EUA e proíbem transações entre cidadãos americanos e os alvos. Além disso, instituições financeiras estrangeiras que negociarem com os envolvidos podem enfrentar punições. Em junho passado, o governo dos Estados Unidos já havia rotulado oficialmente o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras.